domingo, 17 de agosto de 2008
quinta-feira, 31 de julho de 2008
sábado, 19 de julho de 2008
terça-feira, 15 de julho de 2008
Pétalas ao chão

“Pela manhã podemos ver as flores desabrochando e no final da tarde as pétalas ao chão”, diz Finger.
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Essa foi a melhor frase que encontrei para definir a idéia da foto!
domingo, 29 de junho de 2008
Vão livre do Masp
Sempre achei esse espaço um tanto quanto intrigante. É legal a idéia de se ter um lugar pra sentar e admirar o corre-corre da avenida. A cidade precisa de mais espaços assim!
Mas, ao mesmo tempo, esses lugares se tornam ponto de pessoas ociosas, ou seja, moradores de rua, grupos de adolescentes (adultos) 'perdidos' e assim por diante.
A imagem que sempre tive do vão livre do Masp era um pouco negativa (ainda é, de certa forma). Durante muito tempo, eu passava pelo Masp e me perguntava quando teria coragem de ir até o fundo (lá onde as pessoas costumam ficar sentadas batendo um papo).
A verdade é: tinha medo! Criei o sinal de perigo ou alerta diante daquela região, pois não considerava os frequentadores muito amigáveis. Ou eram drogados, ou eram traficantes, ou eram ladrões, ou eram mendigos, ou eram hippies, ou eram punks, ou eram loucos, ou eram problemáticos, eram desocupados, ou eram vagabundos, e assim sucessivamente.
Bom, um dia a gente perde a amarra. Fomos a Bia e eu, 2 estudantes desocupadas jogar conversa fora e tirar algumas fotografias.
Neste dia o vão estava relativamente vazio, talvez fosse o horário... Não sei dizer.
O que vimos, ou melhor, quais tipos de pessoas vimos zanzando por lá, foi:
Um morador de rua (?) dormindo com um celular na mão (?)
Mas, ao mesmo tempo, esses lugares se tornam ponto de pessoas ociosas, ou seja, moradores de rua, grupos de adolescentes (adultos) 'perdidos' e assim por diante.
A imagem que sempre tive do vão livre do Masp era um pouco negativa (ainda é, de certa forma). Durante muito tempo, eu passava pelo Masp e me perguntava quando teria coragem de ir até o fundo (lá onde as pessoas costumam ficar sentadas batendo um papo).
A verdade é: tinha medo! Criei o sinal de perigo ou alerta diante daquela região, pois não considerava os frequentadores muito amigáveis. Ou eram drogados, ou eram traficantes, ou eram ladrões, ou eram mendigos, ou eram hippies, ou eram punks, ou eram loucos, ou eram problemáticos, eram desocupados, ou eram vagabundos, e assim sucessivamente.
Bom, um dia a gente perde a amarra. Fomos a Bia e eu, 2 estudantes desocupadas jogar conversa fora e tirar algumas fotografias.
Neste dia o vão estava relativamente vazio, talvez fosse o horário... Não sei dizer.
O que vimos, ou melhor, quais tipos de pessoas vimos zanzando por lá, foi:
Um morador de rua (?) dormindo com um celular na mão (?)

Um casal (meio louco) de turistas vestidos de verde posando para fotos (pareciam magos ou artistas fantasiados !?)

Uma garota sozinha concentrada na leitura (olhe um pontinho no fundo da foto)

Um grupo de trabalhadores (alguns uniformizados) descansando na hora do almoço, um grupo suspeito (de traficantes ou consumidores de drogas). E por fim, alguns policiais que abordaram o último grupo.

- OBSERVE AS FOTOS!!!
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